Mais visitadas
-
ISBN: 978-85-7766-783-3 De: R$29,00 (preço normal) por Apenas: R$19,90 Ou 6x NO CARTÃO Comprar agora !
-
A Igreja do Diabo Li, nesta semana, um conto de Machado de Assis que me assustou pela atualidade. Nome do conto: A Igreja do Diabo. É impre...
-
INTRODUÇÃO O que é apostasia ? Vejamos o texto: “Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa re...
-
Clika na imagem pra ver o tamanho original Por que ficas tão alto, estrela minha,que não te posso alcançar? Por que te escondes quand...
Feactured
Comunidade revolucionaria: Militantes do PT resgatam memoria da extinta organizacao revolucionaria POLOP, 50 anos depois/ Por Oldack Miranda
Há cerca de quarenta e oito anos, entre 16 e 19 de janeiro de 1961, um grupo de jovens militantes revolucionários reuniu-se em Jundiaí-SP para fundar a POLOP. O ato foi o coroamento de uma série de debates entre quadros políticos e intelectuais que então militavam em pequenas organizações políticas ou se articulavam em torno de publicações marxistas. O agrupamento foi pioneiro na crítica à burocracia e ao stalinismo da então URSS.
Um conjunto de idéias básicas unia o grupo:
A condenação à política de colaboração de classe à época comandada pelo PCB, PSB e PTB; a defesa do caráter socialista de qualquer futura revolução no Brasil; o reconhecimento do papel da classe operária como força aglutinadora de uma frente dos trabalhadores da cidade e do campo; a defesa da construção de um partido representativo da classe operária, em oposição aos partidos burgueses e reformistas; crítica às deformações burocráticas dos Estados do então campo socialista, mas solidariedade a esses paises em seus conflitos com o sistema imperialista.
A influência da organização na esquerda brasileira foi profunda. Pode-se dizer que a Polop catalisou as lutas internas que envolveram o PCB nos anos que se seguiram ao golpe de 1964. Todas as organizações políticas que vieram a se formar na fase da ditadura militar mantiveram algum tipo de relacionamento com a Polop, cujas análises e propaganda política atuaram como um pólo irradiador de proposições revolucionárias.
Mas as condições gerais do período que se seguiu, marcadas pela consolidação da ditadura militar, pela depressão política do movimento operário e pela clandestinidade – aliadas à onda voluntarista que terminou prevalecendo na esquerda brasileira – selaram o destino da Organização. O cerco repressivo, as prisões, o exílio forçado, provocaram a desintegração do seu núcleo dirigente ao longo dos anos 70 e o fracionamento dos quadros remanescentes.
Com a anistia, verifica-se um movimento no sentido de reaglutinação da Organização. Tarde demais, pois o contingente de militantes disponíveis era demasiadamente reduzido e isolado do centro dinâmico das lutas sociais brasileiras: vivia-se uma conjuntura marcada pela retomada das greves operárias, pelo surgimento do PT e pela gestação da CUT. Reconhecendo a importância política própria do PT naquele momento – e sem deixar de entender os seus limites – a Polop aderiu ao novo Partido, terminando por dispersar-se no seu interior no início dos anos 80.
Fonte: Oldack Miranda
Navegue por:
50 anos depois/ Por Oldack Miranda,
Comunidade revolucionaria: Militantes do PT resgatam memoria da extinta organizacao revolucionaria POLOP,
Documentarios,
Materias importantes,
Meus artigos
Não sou católico, não sou espírita, nem ateu, nem cético, não sou protestante muito menos evangélico, mas também não sou incrédulo. Quando Jesus falou para o seu discípulo quando este queria ver pra crer, se realmente era o Mestre, Jesus não disse para seus discípulos:"serdes evangélico". O SENHOR falou e disse: "não sejais incrédulos, mas CRENTES" ou "serdes crentes"..
É isso, eu sou um crente em Jesus Cristo. Porque de evangélicos estão cheias as "igrejas", mas poucos são os crentes que se encontram no meio deles. e dentre estes estão os silenciados, humilhados, os que gemem e choram, os que são tidos como fanáticos, farizeus (agora já somos farizeus por ser contra o mundanismo dentro da congregação), ignorantes, despresíveis por não aceitarem as novas douutrinas impostas por seus líderes congregacionais. Mas, ainda que cortem minha linígua, minhas mãos e meus pés não impedirão que eu defenda o evangelho santo de Jesus Cristo, porque eu sei que Ele vive.
...

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Regras:
- O comentário tem que ter relação com o assunto;
- Sempre que souber sobre o assunto ajude quem tem dúvidas;
- Palavras de baixo calão não serão toleradas;
OBS: Os comentários oficiais dos administradores e/ou colaboradores tem fundo CINZA. Os comentários não refletem as opiniões do editor.